POESIA OBSCENA

Mulher sabável das sabázias Romanas
Acorde-me com sua língua lânguida
Sedenta por safadices orgásticas
Legitima o meu vício
Leve-me a Baco
Dionísio

Mulher rameira de Fescénia na Etrúria
Adormeça-me exausto fescenino
Louca por meu rígido membro
Enlouqueça lasciva
Poesia obscena
Amoral

Mulher devassa das orgias Gregas
Permaneça-me na eterna luxúria
Promíscua libertinagem Real
Afirma a depravação
Latente libido
Final

Pablo Treuffar
Licença Creative Commons
Based on a work at www.pablotreuffar.com
A VERDADE É QUE EU MINTO

A VERDADE É QUE EU MINTO

2 comentários:

Anônimo disse...

Muito foda

Penelope

Anônimo disse...

boa escolha das palavras