MARIAVILHOSA MULHER DO BANQUINHO

Tuas delícias fazem-me igual aos deuses
Beijar-te os lábios é o torpor ardendo em lascividade
Quando trepamos não sobram palavrões em nossas bocas
Transbordamos luxúria exaltando devoção
Ócio sexual
Nosso quarto grita
No som dos atritos do nosso trêmulo leito o cheiro das flores são odores vadios
Seu corpo arde em chamas
As gotículas da sua língua levam-me do céu ao inferno
Prefiro o inferno!
E lhe digo:

“Superamos deuses e demônios”

Seu corpo amalbençoou-me
Bem-aventurados banquinhos do Zona Sul
Bem dita SEXta-feira dos 8 dos 8 infinitos
Desde então sou atordoado de infames pensamentos sujos
Seu malicioso sorriso é minha heroína
Preciso de doses cavalares
Sou todo feito de abstinências
Porque, talvez perguntes.
Não sei
Mas é assim
Tu és meu vinho
Meu sol e riso
Desejo-te mais que ao ar
Não há nada mais estúpido e ignóbil que não estar em você
Somos fusões de eternas paixões
Impunemente a cruz vê-me liberto
És delícia e encanto
Meu presente de Vênus
Vós me julgastes sem pudor
E graças a sua ausência do mesmo trepamos como os deuses devassos fodiam as ninfas sedentas
Somos puras magias imundas de infinitas maldades e possibilidades
Somos orgias gregas
Somos deuses do sexo
Não há limites pra nós
E isso é tudo!

Pablo Treuffar
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MARIAVILHOSA MULHER DO BANQUINHO de Pablo Treuffar é licenciado sob uma Licença Creative Commons Attribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Unported.
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A VERDADE É QUE EU MINTO

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